Proibido Amor não é fruto de negativismos, mas da esperança de que um dia poderemos viver em paz, não importando a cor da pele, a raça, o condição social ou orientação sexual. Que os leitores sejam agraciados pela mesma paixão pela vida que tenho em meu coração, e, parafraseando Jesus Cristo: "... que tenham vida em abundância..."
FILME: PROIBIDO AMOR
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Em sua primeira edição, Irmã Maria Maricona traz um homor leve, parodiando os "vícios de linguagem" e trejeitos das chamadas "irmãs de oração" no meio evangélico. Irmã Maria Maricona é um personagem que vai brincar com vários jargões pentecostais sem banalizar a fé ou ridicularizar o conceito teológico sobre tal credo.
Divirtam-se!!!
Por um Brasil Inclusivo e uma Nação mais justa, Davy Rodrigues
A Agência Senado publicou ontem algumas declarações polêmicas do senador Magno Malta (PR-ES) feitas no plenário da casa. De acordo com as declarações do senador, os homossexuais estão querendo criar “um império no Brasil”. Ainda segundo ele, o país não é homofóbico e os militantes gays estariam promovendo perseguição contra aqueles que não concordam com suas opiniões. Considerado no ano passado o inimigo público número cinco dos gays no país, em lista anual criada pela Revista Lado A, o senador insiste em atacar os projetos que garantem a cidadania e dignidade da população homoafetiva.
O parlamentar criticou o projeto que criminaliza a homofobia (PLC 122/2006), destacando que manifestações contrárias à homossexualidade serão punidas com mais rigor que as manifestações contrárias a qualquer outro grupo caso a proposta seja aprovada. "Se você não aluga seu imóvel para um homossexual, ou não aceita o ato afetivo de um casal gay, pega sete anos de cadeia. Se demite ou não admite um homossexual na sua empresa, cinco anos de cadeia. Eu posso não alugar minha casa para um negro, eu posso demitir um portador de deficiência, eu posso não admitir gestos afetivos de um casal heterossexual na porta da minha casa e pedir que eles se beijem em outro lugar, longe dos meus filhos. Mas, se eu fizer isso com um casal homossexual, um simples boletim de ocorrência me levará para a cadeia", argumentou o senador.
A maior parte do pronunciamento de Malta foi direcionada para o que ele chamou de “campanha contra o pastor Silas Malafaia”, um dos líderes da Igreja Assembléia de Deus. Silas está sendo processado por se manifestar contra os organizadores da 15ª Parada do Orgulho Gay de São Paulo. Em seu programa de TV, Malafaia teria aconselhado os católicos a “baixar o porrete” e “entrar de pau” nos participantes e organizadores da parada.
Magno Malta recordou o episódio em que um bispo da Igreja Universal chutou uma santa em um programa de TV, ele reprovou o ato e perguntou onde estão os defensores da Igreja Católica que naquela época se voltaram contra os evangélicos. Incentivando os mesmos a agirem contra o movimento LGBT. Ainda durante o pronunciamento de Malta, o senador Lindebergh Farias (PT-RJ) interveio e declarou que o Pastor Silas Malafaia não quis incitar violência física contra a população LGBT. As expressões de Malafaia teriam sido apenas colocações usadas por todos com intenção de destacar algo.
Por um Brasil Inclusivo e uma Nação mais justa, Davy Rodrigues
Mais uma vez o Brasil está no topo do ranking dos assassinatos de LGBT, e o Paraná também não perdeu sua posição de estado do Sul que mais assassina lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. As informações são do Grupo Gay da Bahia (GGB) e foram divulgadas esta semana. Os dados levados a público pela organização não governamental baiana demonstraram um aumento no número de pessoas LGBTs mortas em 2011. Ao total, foram documentados 266 assassinatos homofóbicos no ano passado, 6 a mais do que em 2010, totalizando um aumento de 118% nos últimos seis anos, visto que em 2007, 122 crimes foram notificados pelo GGB.
O Brasil concentra atualmente 44% de todos os assassinatos de LGBT no mundo. Os EUA, por exemplo, possui 100 milhões a mais de habitantes e registrou apenas 9 assassinatos de travestis em 2011, enquanto aqui o número de pessoas trans brutalmente mortas foi de 98. O Paraná, por sua vez, apresentou o maior número de assassinatos da região Sul, 12 ao total, seguido pelo Rio Grande do Sul com 7, e Santa Catarina com 3.
O Grupo Gay da Bahia, que há mais de 30 anos coleta informações sobre homofobia no Brasil, divulga o relatório. A pesquisa aponta que a cada 33 horas um homossexual brasileiro foi barbaramente assassinado em 2011. De acordo com o Professor Doutor Luiz Mott, responsável pelo levantamento anual, “a subnotificação destes crimes é notória, indicando que tais números representam apenas a ponta de um iceberg de crueldade e sangue. Como o Governo Federal se recusa a construir um banco de dados sobre crimes de ódio contra homossexuais, baseamos tal relatório em notícias de jornal e internet, que com certeza está longe de cobrir a totalidade desses sinistros”.
O Professor baiano finaliza afirmando que existe uma homofobia institucional, pois o governo brasileiro, mesmo com tantos dados, não garante a segurança das pessoas LGBT, tendo em vista que desde o Plano Nacional de Direitos Humanos 2, de 2002, um banco de dados sobre assassinato desta população estava estabelecido, e até hoje nada saiu do papel. Além da ausência de uma legislação que tipifique a homofobia como crime.
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Se numa sociedade democrática de direito, dentro de um Estado Laico, a cena de duas crianças se drogando numa Cracolândia te incomoda menos que ver o amor entre dois iguais... está na hora de parar e rever seus conceitos sobre MORALIDADE!
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Não bastasse a inconstitucionalidade do projeto, que contraria os princípios fundamentais da Constituição Federal de 1988, a proposta vai contra todos os tratados internacionais de Direitos Humanos, que também têm como objetivo fundamental o direito à saúde, a não discriminação e a dignidade da pessoa humana
A proposta é do deputado federal João Campos (PSDB-GO), líder da Frente Parlamentar Evangélica da Câmara, e pretende permitir que a homossexualidade seja tratada como um transtorno passível de cura. Para tanto, o projeto de decreto legislativo prevê a abolição de dois artigos instituídos em 1999 pelo Conselho Federal de Psicologia que proíbem a emissão de opiniões públicas ou o tratamento da homossexualidade como um transtorno. Na opinião de Campos, o conselho extrapolou seu poder ao “restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional”.
A notícia da proposta gerou resposta contundente do deputado federal Jean Wyllys (PSol-RJ), que publicou em seu site um artigo criticando as pretensões de João Campos. “O argumento de que a homossexualidade pode ser ‘curada’ é tão absurdo como seria dizer que a heterossexualidade pode ser ‘curada’ e é usado sem qualquer tipo de embasamento teórico ou científico e sempre por fanáticos religiosos que tem com o objetivo confundir a população com suas charlatanices”, escreveu Wyllys.
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Diante de tantos eventos internacionais que prometem trazer para Cidade Maravilhosa um sem número de turistas de todas as partes do mundo, o Rio de Janeiro mostra-se despreparado para receber a diversidade. Abaixo, leia na íntegra a matéria que saiu no Jornal Destak, no Rio de Janeiro, na data de hoje (14/02/2012).
Marcos Ribeiro, conhecido como Cocoroca, 414, e Rodrigo Alves, ou Docinho, 31, foram presos ontem acusados de agredir um casal de gays que se recusou a entrar no taxi de um deles, no aeroporto Tom Jobim.
De acordo com o delegado Ricardo Codeceira, da Delegacia do Aeroporto Internacional, o casal começou a ser ofendido pelo motorista - eles tinham se recusado a entrar no taxi pirata. Houve troca de socos entre o taxista e um dos rapazes - o outro tentou separar a briga e os tres rolaram pelo chão. Foi quando outro taxista surgiu e chutou o rosto de um dos gays, que teve o osso da face quebrado e está em um hospital na Ilha do Governador. Os taxistas responderão por tentativa de homicídio.
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'I will always love you'.
Ela foi encontrada morta em hotel de Los Angeles.
A cantora Whitney Houston morreu neste sábado (11) aos 48 anos. As causa da morte ainda não foi divulgada e ela foi encontrada no Beverly Hilton, hotel de Los Angeles, nos EUA. Segundo o TMZ, site especialista na cobertura de celebridades, quem confirmou a notícia foi sua empresária, Kristen Foster.
Houston fez muito sucesso nos anos 1980 e 90 e se tornou uma das artistas de maior vendagem do período. Dentre seus maiores hits estão "How will I know", "Saving all my love for you" e "I will always love you", trilha do filme "O guarda-costas". Ela vendeu 200 milhões de álbuns em sua carreira e chegou 30 vezes ao topo das paradas da Billboard, além de ter ganho 6 Grammys. Houston deixa uma filha pequena.
A cantora Whitney Houston (Foto: Divulgação)
Nas duas últimas décadas, a artista teve diversas passagens por clínicas de reabilitação para tratar seu vício contra o álcool e drogas. Em 2009, ela precisou interromper sua turnê europeia devido a problemas de saúde.
A artista foi número um em vendas nos EUA com seu último álbum, "I look to you" (2009), o primeiro lançado por ela em sete anos, um período no qual sua imagem foi prejudicada por seu uso de substâncias químicas e as constantes polêmicas com seu agora ex-marido, o cantor Bobby Brown.
Há três anos ela deu uma entrevista à apresentadora Oprah Winfrey e afirmou que sua mãe a salvou, obrigando-a a frequentar um programa de tratamento para viciados. Carreira premiada
Whitney Elizabeth Houston nasceu em Newark, em 9 de agosto de 1963. Além de se destacar como cantora de r&b e soul, ela também atou no cinema e fez carreira como modelo. Mas foi na música que a artista ganhou fama e bateu recordes - ela venceu 415 prêmios ao longo da vida.
Houston era prima de Dionne Warwick e tinha Aretha Franklin como madrinha. Aos 11 anos, quando começou a atuar ao lado de sua mãe Cissy em casas noturnas na cidade de Nova York, ela foi descoberta por Clive Davis, empresário da Arista Records.
Seu álbum de estreia, "Whitney", foi lançado em 1985 e se tornou o álbum de estreia mais vendido por uma artista feminina, com 25 milhões de cópias. Nos cinemas, seu primeiro papel foi no filme "O Guarda-costas" (1992), em que dividia cena com Kevin Costner.
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Falando diretamente do coração do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Davy Rodrigues nos leva a uma reflexão sobre a importância de uma sociedade sustentável, ou seja, que explore os recursos naturais do planeta com maturidade e responsabilidade, com a finalidade de não faltarem recursos para as próximas gerações. Porém, o escritor romancista faz uma "ponte" com o tema e nos leva a pensar sobre a necessidade de uma sustentabilidade emocional, para a presenvação do SER e a garantia dos Direitos Humanos a todos.
Por um Brasil Inclusivo e uma Nação mais justa, Davy Rodrigues
Davy Rodrigues convida a todos os amigos que acompanham seu trabalho pela defesa dos Direitos Humanos no Brasil a assistirem a essa retrospectiva dos vídeos postados em 2011. Acessem o blog e adquiram o livro PROIBIDO AMOR, e compartilhem em suas redes sociais. http://youtu.be/iYofijxRgRI
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Falando diretamente do MAC, Museu de Arte Contemporânea, na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro, Davy Rodrigues envia sua mensagem de esperança a todos os seus amigos, para que o Ano Novo de 2012 seja maravilhoso!
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Até hoje, a forma mais eficiente de se combater a aids é através da prevenção. Pensando nisso, a L’Oréal e a UNESCO lançaram a campanha Cabeleireiros Contra Aids. O objetivo é promover saúde e prevenir a doença por meio de informações, atitudes e mecanismos que possam incentivar e apoiar comportamentos que evitem o risco de contagio, diminuindo o impacto do HIV no mundo.
A L’Oréal e a UNESCO vêem em Cabeleireiros Contra Aids a oportunidade de criar um programa de educação preventiva que realmente faça a diferença. Neste projeto, o grande interlocutor da mensagem de prevenção e luta contra a aids é o cabeleireiro.
A profissão que eles exercem tem um grande poder de proximidade. É uma ocupação de escuta, de conversa e de atenção. Além disso, o salão em si é um local de encontros, trocas e debates. Tanto os próprios cabeleireiros, quanto seus clientes representam uma população eclética das mais diversas origens e classes sociais. O cabeleireiro é um formador de opinião e sua palavra é sempre ouvida e respeitada por seus clientes.
A campanha disponibiliza aos cabeleireiros materiais de divulgação em seus salões. Isto pode ser feito através de uma solicitação nos cursos técnicos dados pelas marcas L´Oréal Professionnel, Matrix, Kérastase ou Redken.
O Brasil foi escolhido pelo seu reconhecimento mundial como um dos países que desenvolve os melhores programas de tratamento e prevenção contra a aids. Ou seja, nós somos um exemplo para o mundo!
O projeto Cabeleireiros Contra Aids já está presente em 30 países: África do Sul, Argentina, Austrália, Alemanha, Brasil, Bélgica, Canadá, Chile, Colômbia, Coréia do Sul, Dinamarca, Emirados Árabes (UAE), Espanha, EUA, França, Grã-Bretanha, Indonésia, Itália, Japão, Malásia, México, Países Baixos, Polônia, Portugal, Romênia, Rússia, Singapura, Tailândia, Uruguai, Venezuela.
Além disso, mais de 150 academias L’Oréal estão envolvidas ativamente na campanha e cerca de 1 milhão de cabeleireiros no mundo abraçam esta causa.
A ideia é, aos poucos, implantar o programa em todos os países onde a Divisão Profissional do Grupo L’Oréal está presente, transformando os profissionais desses salões em multiplicadores de informação contra aids. Para participar basta acessar o link: http://www.cabeleireiroscontraaids.com.br/pre_cadastro.aspx
Por um Brasil Inclusivo e uma Nação mais justa, Davy Rodrigues
Talvez alguns de nós estejamos completamente equivocados quanto ao verdadeiro significado da expressão LIBERDADE... Quando saímos de uma jaula pequena e entramos em uma maior NÃO somos livres, apenas temos uma prisão maior, com uma falsa sensação de liberdade que está limitada às suas paredes, aos seus termos.
Sentir-se livre enquanto um igual a você ainda é escravo é mais um exemplo de falsa liberdade. Somos parte de um complexo humano e se um de nós ainda não pode SER, na verdade ninguém é!
Busque um sentido maior de LIBERDADE na sua vida e na de seu "irmão" ao lado.
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A 16º Parada do Orgulho LGBT (sigla para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) do Rio de Janeiro reuniu neste domingo na praia de Copacabana quase 1 milhão de pessoas para se manifestar contra a homofobia, informaram os organizadores.
Sob o lema "Somos todos iguais perante a paz - Toda forma de violência deve ser crime", a parada percorreu toda a Avenida Atlântica, na orla de Copacabana. A ideia é chamar a atenção das autoridades, já que o aumento de crimes contra a comunidade homossexual tem aumentado no Brasil. Para animar os participantes, esta edição da Parada do Orgulho LGBT contou com 15 "trios elétricos".
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Estimativa é de que, de 2004 até agora, pelo menos 30 gays, travestis e lésbicas tenham sido vítimas de assassinato no Amazonas.
Em 2011, 13 foram assassinados no Estado.
Manaus - A cada 15 dias um homossexual é morto no Amazonas, segundo dados do de um levantamento realizado pelo Fórum Amazonense LGBT (Lésbias, Gays, Bissexuais e Transexuais), com conclusão prevista para o primeiro semestre de 2012. Só neste ano, 13 homossexuais foram assassinados no Estado, sendo sete em Manaus.
Os casos registrados em 2011 representam 43,33% dos praticados nos últimos sete anos no Estado. A estimativa é de que, de 2004 até agora, pelo menos 30 gays, travestis e lésbicas tenham sido vítimas de assassinato no Amazonas.
De acordo com o coordenador-geral do Fórum, Francisco Nery, depois de Manaus, Parintins é a cidade amazonense mais homofóbica, com nove casos de assassinato, nos últimos sete anos, sendo dois em 2011.
Segundo ele, diferente do que se observa no resto do País, onde a faixa etária de risco está entre 20 e 29 anos, as vítimas amazonenses pertencem à faixa de 30 a 40 anos de idade e a diferentes classes. “O que fazemos é orientar essas pessoas a sempre encontrarem esses parceiros em locais públicos, como praças e parques”, informou.
Mortes por arma branca como faca, tesoura e barra de ferro, são as mais comuns no Amazonas, seguidas de crimes como multilação de membros sexuais e introdução de objetos nas vítimas. Violência
Para a presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de Manaus, Bruna Laclose, a quantidade de crimes contra homossexuais registradas no Estado deve ser muito maior, uma vez que muitas vítimas preferem se calar a ser discriminadas no ato da denúncia. “O homossexual às vezes é agredido ou violentado e, quando vai à delegacia denunciar o crime, é discriminado pelo próprio atendente ou delegado, que não estão preparados para lidar com a diferença”, afirmou.
Em Manaus, ambientes como casas de show, em especial de forró, são, segundo Bruna, os locais preferidos dos agressores. “O desrespeito é tão grande nesses locais que até o homossexual usar o banheiro masculino é encarado como provocação pelos ‘playboys’”, contou. Outra situação que contribui para o aumento do número de crimes contra os LGBTs, segundo Bruna, é a impunidade aos agressores. “Ainda não vi um caso de assassinato de homossexual em que o criminoso tenha sido condenado. O assassino do Adamor Guedes é um que continua andando por aí livremente”, desabafou.
Francisco Adamor Lima Guedes, 40, foi morto, em Manaus, com uma facada no pescoço, no dia 27 de setembro de 2005, no apartamento dele. Os suspeitos Ronildo Mendes da Silva, 19, Adriano de Souza, 18 e Lineu Pereira Guedes, 24, confessaram a participação no assassinato. Adamor era presidente da Associação de Gays, Lésbicas e Travestis (AGLT).
Este ano, por causa do aumento no número de assassinatos registrados no Amazonas, o tema da 11ª Parada do Ougulho Gay, que acontece no dia 24 de setembro, no Centro de Conversões do Amazonas (Sambódromo), será ‘Diversidade de Cores na Luta Contra a Homofobia’.
Por um Brasil Inclusivo e uma Nação mais justa, Davy Rodrigues