Um hamburguer com tempero arco-íris é o que pode ser vislumbrado no comercial da rede de fast food McDonald’s na França. Livro "Proibido Amor"
FILME: PROIBIDO AMOR
AJUDEM A TRANSFORMAR A OBRA "PROIBIDO AMOR" EM FILME. COMENTE SOBRE O LIVRO E INDIQUE O BLOG PARA ESTUDANTES DE CINEMA, ESCOLAS DE CINEMA, CINEASTAS, PRODUTORES ETC. ASSIM, JUNTOS VAMOS LEVAR A MENSAGEM DA INCLUSAO PARA TODO O BRASIL E DAR UM GRANDE PASSO NA FORMACAO DE UMA NOVA MENTALIDADE NO BRASIL.
sábado, 29 de maio de 2010
Mc Donald's : "Venez comme vous êtes" version gay
Um hamburguer com tempero arco-íris é o que pode ser vislumbrado no comercial da rede de fast food McDonald’s na França. quarta-feira, 26 de maio de 2010
Livro Proibido Amor no site da Hair Brasil!

domingo, 23 de maio de 2010
Sucesso! Lançamento do livro "Proibido Amor" lotou a Livraria do Museu da República e promoveu um encontro muito agradável!
Itamaraty oficializa direitos de parceiros gays Extraído do site acapa.com
Mais um avanço no processo Inclusivo no Brasil!
Abaixo, veja a reportagem extraída do site acapa.com sobre os avanços das políticas públicas em favor da diversidade.
Na última sexta-feira (14/05), o ministério das Relações Exteriores oficializou o direito de passaportes diplomáticos a parceiros gays de servidores que trabalham nas representações do Brasil no exterior. A decisão, que iguala parceiros homossexuais e heterossexuais, foi anunciada em comunicado interno a embaixadas e consulados em mais de 200 países.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Extraído do site ionline.com: Saramago e a Igreja: história de amor e ódio

domingo, 16 de maio de 2010
Dia 22/05, lançamento do livro Proibido Amor. Espero todos lá!!!

quinta-feira, 6 de maio de 2010
Dia Mundial de Combate à Homofobia! Uma questão de Inteligência e Maturidade no progresso da Humanidade!

sexta-feira, 23 de abril de 2010
Site OGlobo.globo.com: Igreja liga pedofilia a gays e não ao celibato

Mais uma vez na história a
Igreja não assume seus próprios "PECADOS" e passa a bola para as
minorias!
- Muitos psicólogos e psiquiatras demonstraram que não há relação entre celibato e pedofilia, mas muitos outros me disseram recentemente que há relação entre homossexualidade e pedofilia - disse a jornalistas, após pergunta sobre se o celibato estimularia os abusos.
Apesar da declaração, o cardeal também reconheceu que o comportamento dos religiosos que cometeram abusos é "muito grave, é escandaloso".
quarta-feira, 31 de março de 2010
Vale tudo: Homossexualidade na antiguidade (Site Editora Abril)
Na Antiguidade, ninguém saía dizendo por aí que fulano era gay, mesmo que fosse. Por milhares de anos, o amor entre iguais era tão comum que não existia nem o conceito de homossexualidade - por Humberto Rodrigues e Cláudia de Castro LimaA união civil entre pessoas do mesmo sexo pode parecer algo bastante recente, coisa de gente moderna. Apenas em 1989 a Dinamarca abraçou a causa – foi o primeiro país a fazer isso. Hoje, o casamento gay está amparado na lei de 21 nações. Essa marcha, porém, de nova não tem nada. Sua história retoma um tempo em que não havia necessidade de distinguir o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo – para os povos antigos, o conceito de homossexualidade simplesmente não existia.
Um dos mais antigos e importantes conjuntos de leis do mundo, elaborado pelo imperador Hammurabi na antiga Mesopotâmia em cerca de 1750 a.C., contém alguns privilégios que deveriam ser dados aos prostitutos e às prostitutas que participavam dos cultos religiosos. Eles eram sagrados e tinham relações com os homens devotos dentro dos templos da Mesopotâmia, Fenícia, Egito, Sicília e Índia, entre outros lugares. Herdeiras do Código de Hammurabi, as leis hititas chegam a reconhecer uniões entre pessoas do mesmo sexo. E olha que isso foi há mais de 3 mil anos.
Na Grécia e na Roma da
Entre os romanos, os ideais amorosos eram equivalentes aos dos gregos. A pederastia (relação entre um homem adulto e um rapaz mais jovem) era encarada como um sentimento puro. No entanto, se a ordem fosse subvertida e um homem mais velho mantivesse relações sexuais com outro, estava estabelecida sua desgraça – os adultos passivos eram encarados com desprezo por toda a sociedade, a ponto de o sujeito ser impedido de exercer cargos públicos.
Sexo para procriar
O judaísmo já pregava que as relações sexuais tinham como único fim a máxima exigida por Deus: “Crescei e multiplicai-vos”. Até o início do século 4, essa idéia, porém, ficou restrita à comunidade judaica e aos poucos cristãos que existiam. Nessa época, o imperador romano Constantino converteu-se à fé cristã – e, na seqüência, o cristianismo tornou-se obrigatório no maior império do mundo. Como o sexo passou a ser encarado apenas como forma de gerar filhos, a homossexualidade virou algo antinatural. Data de 390, do reinado de Teodósio, o Grande, o primeiro registro de um castigo corporal aplicado em gays.
O primeiro texto de lei proibindo sem reservas a homossexualidade foi promulgado mais tarde, em 533, pelo imperador cristão Justiniano. Ele vinculou todas as relações homossexuais ao adultério – para o qual se previa a pena de morte. Mais tarde, em 538 e 544, outras leis obrigavam os homossexuais a arrepender-se de seus pecados e fazer penitência. O nascimento e a expansão do islamismo, a partir do século 7, junto com a força cristã, reforçaram a teoria do sexo para procriação.
Durante muito tempo, até meados do século 14, no entanto, embora a fé condenasse os prazeres da carne, na prática os costumes permaneciam os mesmos. A Igreja viu-se, a partir daí, diante de uma série de crises. Os católicos assistiram horrorizados à conversão ao protestantismo de diversas pessoas após a Reforma de Lutero. E, com o humanismo renascentista, os valores clássicos – e, assim, o gosto dos antigos pela forma masculina – voltaram à tona. Pintores, escritores, dramaturgos e poetas celebravam o amor entre homens. Além disso, entre a nobreza, que costumava ditar moda, a homossexualidade sempre correu solta. E, o mais importante, sem censura alguma – ficaram notórios os casos homossexuais de monarcas como o inglês Ricardo Coração de Leão (1157-1199).
A preocupação científica com os gays começou no século 19. A expressão “homossexual” foi criada em 1848, pelo psicólogo alemão Karoly Maria Benkert. Sua definição para o termo: “Além do impulso sexual normal dos homens e das mulheres, a natureza, do seu modo soberano, dotou à nascença certos indivíduos masculinos e femininos do impulso homossexual(...). Esse impulso cria de antemão uma aversão direta ao sexo oposto”. Em 1897, o inglês Havelock Ellis publicou o primeiro livro médico sobre homossexualismo em inglês, Sexual Inversion (“Inversão sexual”, inédito no Brasil). Como muitos da época, ele defendia a idéia de que a homossexualidade era congênita e hereditária. A opinião científica, médica e psiquiátrica vigente era de que a homossexualidade era uma doença resultante de anormalidade genética associada a problemas mentais na família. A teoria, junto das idéias emergentes sobre pureza racial e eugenismo nos anos 1930, torna fácil entender por que a lobotomia foi indicada para os homossexuais.
A situação só começou a mudar no fim do século passado, quando a discussão passou a se libertar de estigmas. Em 1979, a Associação Americana de Psiquiatria finalmente tirou a homossexualidade de sua lista oficial de doenças mentais. Na mesma época, o advento da aids teve um resultado ambíguo para os homossexuais. Embora tenha ressuscitado o preconceito, já que a doença foi associada aos gays a princípio, também fez com que muitos deles viessem à tona, sem medo de mostrar a cara, para reivindicar seus direitos. Durante os anos 80 e 90, a maioria dos países desenvolvidos descriminalizou a homossexualidade e proibiu a discriminação contra gays e lésbicas. Em 2004, o Supremo Tribunal dos Estados Unidos invalidou todas as leis estaduais que ainda proibiam a sodomia.
“Em toda a história e em todo o mundo a homossexualidade tem sido um componente da vida humana”, escreveu William Naphy, diretor do colégio de Teologia, História e Filosofia da Universidade de Aberdeen, Reino Unido, em Born to Be Gay – História da Homossexualidade. “Nesse sentido, não pode ser considerada antinatural ou anormal. Não há dúvida de que a homossexualidade é e sempre foi menos comum do que a heterossexualidade. No entanto, a homossexualidade é claramente uma característica muito real da espécie humana.” Para muitos, ainda hoje sair do armário continua sendo uma questão de tempo. As portas, no entanto, vêm sendo abertas desde a Antiguidade.
Amor na ilha de Lesbos
Há muito pouco registro do lesbianismo até o século 18
O historiador romano Plutarco dizia, no século 1, que na cidade grega de Esparta todas as melhores mulheres amavam garotas. Apesar disso, há muito pouco registro sobre o lesbianismo até pelo menos o século 18. Os termos “lesbianismo” e “lésbica”, aliás, têm origem na ilha grega de Lesbos, no mar Egeu, local de nascimento da poetisa Safo (610-580 a.C.) – seu nome originou a palavra “safismo”. Embora os livros de Safo tenham sido queimados por ordem de Gregório de Nazianzus, bispo de Constantinopla, cerca de 200 fragmentos resistiram ao tempo e ao cristianismo. Os poemas revelam uma paixão exuberante ao amor feminino, o que faz crer que a autora tenha partilhado desse sentimento. É impossível, no entanto, afirmar se a autora realmente amou as mulheres que enaltece em seus poemas – ou se era apenas uma questão de estilo. Um dos primeiros códigos legais a fazer menção ao homossexualismo feminino é um francês de 1270. Ele estabelecia que o homem que mantivesse relação homossexual deveria ser castrado e, se reincidente, morto. E também que uma mulher que tivesse relações com outra mulher perderia o “membro” se fosse pega. Que “membro” seria cortado, porém, o código não especifica.
Vale à pena sair do armário (Site A Capa - Por Marcelo Hailer 30/3/2010)

sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Coisas do Coração...
Lugar de construções...
Um lugar tão misto e complexo que chega a ser contraditório. Lá podemos ser senhores, mas na grande maioria das vezes não conseguimos. Às vezes nos acostumamos com suas dores, amargores e infortúnios que chegamos a sentir falta quando estamos bem, ou mesmo não conseguimos viver com intensidade quando a vida nos entrega o que tanto esperamos.
Mas por quê será tão difícil viver em harmonia com nosso eu mais profundo...?
Alguns sábios da história diziam que dele (do Coração), procediam todos os Caminhos da vida... outros diziam que nele estava contida a maior parte da Essência Universal Criadora, e que seríamos tão criadores quanto essa Força de Inteligência Universal que nos criou, denominada Deus... alguns, ainda, criam numa anulação do que se sente nesse lugar tão profundo, pois ao dar vazão aos sentimentos mais profundos oriundos de lá as pessoas acabavam se perdendo e fazendo loucuras...
Ah... o Coração...
Se soubéssemos o tamanho e a extensão de sua grandeza, de sua capacidade de amar, de perdoar, de crer, de criar, de interagir com a Natureza... buscaríamos com todas as nossas forças encontrar o mapa que nos levasse até esse tesouro.
O que é o Amor?

Como podemos julgar o que é sentido e não percebido...?
Como avaliar o que não foi premeditado...?
Algo que expressa o que não entendemos...
Um interesse desinteressado...
Uma troca sem medida...
Uma venda sem barganha...
Uma escolha não escolhida...
A inércia que nos move...
O movimento inerte...
Uma dor que cura...
A cura pra muitas dores...
Um suspiro na angústia...
A angústia no meio do suspiro...
Um grito no silêncio da alma.
Sentir e não escolher sentir, ou não poder fazer a escolha faz do amor algo não nosso, mas que vem ao nosso encontro.
Escolher camuflar o que se sente talvez seja possível, não sentir, impossível.
Ah... o amor!
Davy Alberto Rodrigues
Motivos para escrever Proibido Amor

Contudo, o que exponho ao apreciador de romances não é uma análise teológica das relações entre pessoas do mesmo sexo, mas um prisma diferente sobre ter uma orientação sexual por um (ou uma) igual, e permanecer professando a Fé na qual o indivíduo obteve sua formação pessoal, familiar e social.
Peço ao leitor que aprecie o conteúdo deste livro em suas mãos de “peito aberto” e livre de todas as “amarras” que qualquer pré-conceito possa nos submeter.
Boa leitura, O autor.
Livro Proibido Amor

Diante de valores e pré-conceitos, a auto-condenação e a tentativa de não ceder às pulsões e ao próprio desejo. Inútil tentativa... a força que move o indivíduo na direção de sua pulsão é o próprio ser. Em pouco tempo, a entrega e a paixão haviam cercado duas vidas jovens e que ainda não haviam conhecido seus próprios corpos. Quatro anos mais tarde, a paixão e a pulsão cederam ao amor, e a maturidade dos sentimentos começava a florescer.
De repente, sentimentos e conflitos nunca experimentados fazem de duas famílias religiosas um “Campo de Guerra”. Ódio, medo e tradições. Uma mistura amarga que poderia levar à morte. E levou...