Livro "Proibido Amor"



Proibido Amor não é fruto de negativismos, mas da esperança de que um dia poderemos viver em paz, não importando a cor da pele, a raça, o condição social ou orientação sexual. Que os leitores sejam agraciados pela mesma paixão pela vida que tenho em meu coração, e, parafraseando Jesus Cristo: "... que tenham vida em abundância..."


FILME: PROIBIDO AMOR

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AJUDEM A TRANSFORMAR A OBRA "PROIBIDO AMOR" EM FILME. COMENTE SOBRE O LIVRO E INDIQUE O BLOG PARA ESTUDANTES DE CINEMA, ESCOLAS DE CINEMA, CINEASTAS, PRODUTORES ETC. ASSIM, JUNTOS VAMOS LEVAR A MENSAGEM DA INCLUSAO PARA TODO O BRASIL E DAR UM GRANDE PASSO NA FORMACAO DE UMA NOVA MENTALIDADE NO BRASIL.

domingo, 17 de abril de 2011

Campanha #EuSouGay chega ao TT's do Twitter - Fonte: Site GAY1



Em menos de duas horas, a hashtag #EuSouGay virou bandeira de muitos no Twitter, chegando a se fixar no Trending Topics Brasil, na tarde desta terça-feira (12). O projeto foi criado pela jornalista Carol Almeida e nasceu como uma campanha a favor do respeito às diferenças e contra a homofobia no Brasil.
VJ da MTV MariMoon /Foto: ReproduçãoNo blog (http://projetoeusougay.wordpress.com/), Carol convoca pessoas a enviarem uma foto segurando um cartaz com a mensagem: #EuSouGay. As fotos vão virar um vídeo-montagem a ser editado por Daniel Ribeiro, diretor dos curtas premiados Café com Leite e Eu Não Quero Voltar Sozinho. Do momento em que a jornalista postou a primeira mensagem no Twitter, às 16h09, uma onda de pessoas usaram a mensagem para apoiar, enquanto outras estranharam a presença da frase no TT's. Houve até quem fizesse piadas com times de futebol e bandas.

A ideia surgiu a partir da notícia da morte de Adriele Camacho de Almeida, 16 anos, encontrada morta na cidade de Tarumã, Goiás, no último dia 6. Adriele teria sido assassinada pelo pai e os irmãos de sua namorada. "Quando eu vi a notícia que a menina tinha morrido, e o delegado afirmava que era um crime de homofobia, foi a gota d'água, depois de uma série de notícias que foram divulgadas do (deputado federal) Jair Bolsonaro e mensagens que incitavam o ódio", diz Carol.


"A mensagem mais importante é que não é uma campanha contra a homofobia, mas sim uma campanha contra o ódio, contra a raças, de sua origem. É uma campanha contra o ódio às mulheres. É uma campanha que tem como objetivo maior a solidariedade e o respeito pelo próximo e pelas diferenças", afirma.







Por um Brasil Inclusivo e uma Nação mais justa, Davy Rodrigues

GGB divulga relatório com 260 mortes de LGBTs em 2010



Um recorde vergonhoso. O Grupo Gay da Bahia (GGB) divulgou oficialmente hoje o seu Relatório Anual de Assassinato de Homossexuais, estudo iniciado na década de 80 e que coloca o Brasil como o país com mais crimes homofóbicos do mundo. No ano passado, foram documentados pela organização 260 assassinatos de gays, travestis e lésbicas no país, contando apenas os casos noticiados na imprensa e que foram confirmados pelo pesquisador Luiz Mott, antropólogo doutor em sociologia, militante gay vivo há mais tempo na ativa no país e responsável pela pesquisa.


FONTE: REVISTA LADO A (WEB)



De 2007 para 2010, houve um aumento de 113% no número de registros, em 2010, em comparação com 2009, foram 62 casos a mais. Apenas no primeiro trimestre de 2011, a entidade já havia registrado 52 assassinatos de homossexuais. Dentre os mortos, 140 gays (54%), 110 travestis (42%) e 10 lésbicas (4%).


Entre os estados do Sul, o Paraná lidera a lista, com 15 mortes em 2010, 5 de gays e 10 de travestis. Santa Catarina registrou 4 mortes no último ano, sedo duas de homossexuais e uma travesti e uma lésbica. O Rio Grande do Sul também teve 4 assassinatos, porém foram 2 gays e 2 travestis mortas. O Sul é a região com menos crimes homofóbicos, com 23 crimes no total, em seguida vem o Centro Oeste, com 26. Já o Nordeste é o local mais perigoso para gays, com 112 mortes, seguido pelo Sudeste, com 72 assassinatos.


A faixa etária que apresenta maior risco de assassinato situa-se entre 20-29 anos. As travestis e homossexuais também apresentam maior risco e o interior ultrapassa as capitais em quase o dobro em termos de violência homofóbica. 43% dos homossexuais foram mortos a tiros, 27% com facas, 18% vítimas de espancamento ou pedrada e 17%, sufocados ou enforcados. Vários destes crimes revelam o ódio da homofobia, sendo praticados com requintes de crueldade, tortura, empalamento e castração.


A Bahia pelo segundo ano consecutivo lidera essa lista macabra: 29 homicídios, seguida de Alagoas, com 24 mortes, Rio de Janeiro e São Paulo com 23 cada. Rio Grande do Norte e Roraima registraram apenas um assassinato cada. Alagoas repete a mesma tendência dos últimos anos: é o Estado que oferece maior risco de morte para os homossexuais, cujo número de vítimas ultrapassa o total de todos os estados juntos da região Norte do país. Maceió igualmente é a capital onde mais gays são assassinados: com menos de um milhão de habitantes, registrou 9 homicídios de LGBTs, contra 8 em Salvador (3 milhões), 7 no Rio de Janeiro (6 milhões) e apenas 3 mortes na cidade de São Paulo, a maior do país com 10 milhões de habitantes.


“O aumento de 113% de assassinatos nos últimos cinco anos é genocídio! O Brasil tornou-se o epicentro mundial de crimes contra homossexuais. A Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República não implementou em tempo hábil as deliberações do Programa Nacional de Direitos Humanos II, nem do Programa Brasil Sem Homofobia e da 1ª Conferencia Nacional GLBT. O GGBB está enviando denúncia contra o Governo Brasileiro junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) e à Organização das Nações Unidas (ONU), pelo crime de prevaricação e lesa humanidade contra os homossexuais”, desabafa o professor Mott, também criador da lista.

Por um Brasil Inclusivo e uma Nação mais justa, Davy Rodrigues

quinta-feira, 14 de abril de 2011

13/04/2011 Conexão Repórter - Homofobia 1/2 HD

Por um Brasil Inclusivo e uma Nação mais justa,Davy Rodrigues

Pride - Bispos brasileiros vão interferir no Supremo em decisão sobre união gay - MIX Brasil

Bispos brasileiros vão interferir no Supremo em decisão sobre união gay Como adiantado pelo MixBrasil há 10 dias, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é desde a última quinta-feira, 7, consultora do Supremo Tribunal Federal (STF) para a decisão sobre reconhecer ou não a união civil entre pessoas do mesmo sexo no Brasil. O STF aceitou o pedido da entidade, feito no fim de março através de petição, de ingressar como “amicus curiae” _meio jurídico democrático que significa algo como "amiga da corte", alguém que deve ser ouvida antes da decisão final. Em seu despacho, o ministro Ayres Brito alega que o assunto pede mais discussões e opiniões diferentes, como a da CNBB, que é totalmente contra o reconhecimento das uniões gays. “Ante a relevância da matéria e a representatividade da peticionante (a CNBB), defiro a inclusão no processo, na qualidade de amicus curiae, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil”, diz o ministro. O Supremo está analisando a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 132 (ADPF 132), do Governo do Rio de Janeiro, que pede tal reconhecimento e, se aprovada, abre jurisprudência para todo o resto do País. A data do julgamento do processo deve sair nesta semana.

Por um Brasil Inclusivo e uma Nação mais justa,Davy Rodrigues

quarta-feira, 13 de abril de 2011

terça-feira, 12 de abril de 2011

sábado, 9 de abril de 2011

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Depoimento do Fundador da EXODUS Michael Bussee - Fonte: Blog Fora do Armario (Sergio Viula)


Meu nome é Michael Bussee. Eu quero agradecer a você por esta oportunidade de contar minha história. Trinta anos atrás, eu ajudei a criar a EXODUS International. Hoje, eu estou aqui para me desculpar; Hoje eu sou um terapeuta conjugal e familiar, um pai, um cristão evangélico, nascido de novo — e orgulhoso de ser gay. Mas trinta anos atrás, eu não era tão orgulhoso.

De fato, eu cresci odiando meus sentimentos gays. Eu passei por xingamentos, bullying e surras. Por que motivo as outras crianças pareciam odiar-me tanto? Eu não escolhi ter esses sentimentos e queria me livrar deles. Eu queria mais do que tudo ser “normal,” adequar-me — apaixonar-me, assentar-me, ter filhos. Eu queria desesperadamente ser heterossexual. Mas como?

Com aproximadamente 12 anos, eu comecei uma busca pessoal por uma “cura” para homossexualidade. Eu tomei a decisão de embarcar no meu próprio êxodo privado — para encontrar a saída para a homossexualidade. Minha busca levou-me a Deus. Como estudante do ensino médio, eu aceitei Jesus como meu Senhor e Salvador pessoal. Essa decisão mudou a minha vida pra sempre e eu continuo sendo um evangélico comprometido até hoje.

Então, em 1974, eu encontrei o Centro Cristão Melodyland (Melodyland Christian Center) em Anaheim e comecei a trabalhar como um de seus conselheiros voluntários via telefone. De começo, eu não disse a nada sobre meus sentimentos gays a ninguém. Afinal, eu tinha que me “purificar.” Eu disse ao diretor do aconselhamento telefônico que eu era um “cristão homossexual.” Ele me disse que “não havia tal coisa.” Ele disse que se eu era um cristão de fato, então “já não era mais gay aos olhos de Deus,”

Eu precisava acreditar que era heterossexual agora – e “determinar isso.” Deus faria o milagre com o tempo. “Continue orando” - diziam eles. Se eu tivesse fé suficiente, eu finalmente “ficaria livre.” Eu queria isso mais do que tudo e sinceramente acreditei que isso se tornaria verdade.

Naquele tempo, não havia ministério para gays em nossa mega igreja, então meu amigo Jim Kaspar e eu decidimos inventar um. Em 1975, nós criamos a EXIT - em inglês a palavra significa saída, mas aqui era uma sigla para “EX-gay Intervention Team,” ou seja, Equipe de Intervenção Ex-Gay (uma espécie de Caça-Fantasmas – só que gay!) Começamos oferecendo sessões de aconselhamento individual, grupos de apoio semanal, estudos bíblicos, e reuniões de oração. Apesar de não termos nenhum treinamento formal, e só termos nos intitulado “ex-gays” havia poucos meses, tornamo-nos, de repente, “especialistas.”

Pastores e terapeutas começaram a enviar clientes para nós. Escrevíamos materiais sobre “Como Ajudar o Homossexual” e dávamos “testemunhos de nossa mudança” em conferências da igreja e em talk shows no rádio e na TV – incluindo o Club 700 do Pat Robertson. Robertson insistia em perguntar se nós achávamos que havíamos tido “demônios gays” algum dia. Ele pareceu desapontado quando respondemos que “não.”

Em 1976, descobrimos que outros como nós estavam formando pequenos ministérios de “mudança” ou “libertação” em suas áreas. Em setembro de 1976, no Melodyland Christian Center em Anaheim, o EXIT recebeu a primeira confêrencia de “ex-gays” de todos os tempos. Um punhado de líderes de ministérios junto com aproximadamente 60 delegados votaram para formar uma coalisão de ministérios. Chamamos essa coalisão deEXODUS. Pensamos que, chamados como Moisés e dirigidos por Deus, nós poderíamos conduzir muitos gays e lésbicas para a “terra prometida” da heterossexualidade.

Preciso dizer que alguns tiveram uma experiência positiva de mudança de vida frequentando nossos estudos bíblicos e grupos de apoio. Eles experimentaram o amor de Deus e o acolhimento de outros que conheciam suas lutas. Houve algumas “mudanças” reais – mas nenhuma das centenas de pessoas que nós aconselhamos se tornou heterossexual.

Ao contrário, muitos dos nossos clientes começaram a se desestruturar – afundando em culpa, ansiedade e ódio contra si mesmo. Por que eles não estavam “mudando”? As respostas dos líderes da igreja tornavam a dor ainda maior: “Você pode não ser um cristão verdadeiro.” “Você não tem fé suficiente.” “Você não está orando e lendo a Bíblia o suficiente.” “Talvez você tenha um demônio.” A mensagem sempre parecia ser: “Você não é sincero o suficiente. Você não está se esforçando o suficiente. Você não tem fé suficiente.”

Alguns simplesmente caíram fora e nunca mais se ouviu falar deles. Eu acho que esses tiveram sorte. Outros se tornaram auto-destrutivos. Um jovem se embriagou e dirigiu contra uma árvore). Um dos líderes que trabalhavam comigo me disse que havia deixado a EXODUS e estava frequentado bares heterossexuais, procurando alguém que batesse nele. Ele disse que as surras o faziam sentir-se menos culpado, fazendo expiação pelo seu pecado. Um dos meus clientes mais dedicados, Mark, pegou uma lâmina e cortou suas genitais repetidamente, e depois colocou produto limpa-ralos sobre as feridas, porque depois de meses de celibato, ele havia tido uma “queda.”

No meio de tudo isso, minha própria fé no movimento EXODUS estava desmoronando.Ninguém estava realmente se tornando “ex-gay.” A quem estávamos enganando? Como um líder atual da EXODUS admitiu, éramos apenas “cristãos com tendências homossexuais que preferiam não ter aquelas tendências.” Ao nos denominarmos como “ex-gays,” nós estávamos mentindo pra nós mesmos e para os outros. Estávamos machucando pessoas.

Em 1979, um outro pioneiro da EXODUS(Gary Cooper) e eu decidimos deixar aEXODUS — e nossas esposas. Por anos, nós dois havíamos firmemente acreditado que o processo EXODUS nos tornaria heterossexuais. Ao invés disso, percebemos que havíamos nos apaixonado um pelo outro! Saímos do armário publicamente contra a EXODUS em 1991. Nossa história apareceu no documentário “One Nation Under God” (Uma Nação Sob Deus). Gary morreu de pouco antes do filme ser concluído.

Desde então, eu continuei a ser um dos mais persistentes críticos da EXODUS – não porque eu queira “negar esperança.” Pelo contrário, eu quero afirmar que Deus ama cada pessoa, e que o amor e o perdão de Deus realmente mudam vidas. Certamente mudaram a minha. Apenas nunca me fizeram heterossexual. Eu encontrei harmonia entre minha sexualidade e minha espiritualidade — e eu tenho esperança de que outros farão o mesmo. A jornada de cada um é diferente. Meu próprio êxodo tem sido uma jornada incrível.
 Já fui demitido de dois empregos apenas por ser gay. E cinco anos atrás, eu sobrevivi a um violento e absurdo crime de ódio que quase levou minha vida. Eu fui espancado e esfaqueado nas costas por membros de uma gangue que gritavam “viado”, enquanto me atacavam. Meu melhor amigo, Jeffery Owens, não teve tanta sorte. Ele foi esfaqueado cinco vezes nas costas e sangrou até a morte na mesa de cirurgia.

Apesar de tudo isso, eu me considero um sobrevivente. Eu sou um homem gay cristão evangélico feliz; relativamente bem ajustado; tenho um relacionamento amoroso comprometido com um cara maravilhoso, meu parceiro Richard; e sirvo como ancião na minha igreja presbiteriana local. Eu amo a Deus e amo a vida.

E tenho esperança. Acredito que estamos abrindo caminho; grupos como a EXODUSvão encerrar suas atividades quando as pessoas não mais pensarem que precisam renegar quem realmente são para tentarem ser o que não são.

Até lá, àquelas pessoas maravilhosas (gays, ex-gays e ex-ex-gays) que têm abençoado minha vida e enriquecido minha jornada, sou sinceramente grato. E àqueles que eu possa ter ferido através do meu envolvimento com aEXODUS, peço sinceras desculpas.


Tradução: Sergio Viula para o blog Fora do Armário



Por um Brasil Inclusivo e uma Nação mais justa, Davy Rodrigues

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Irlanda já celebra casamentos gay legalmente - Fonte: Site TVNET


O país celebrou, esta terça-feira, as duas primeiras uniões homossexuais autorizadas pela lei. Este é um passo largo dado pelo país na luta pela igualdade de género num dos países mais conservadores e católicos da Europa.

A lei já tinha sido aprovada em janeiro mas só agora se celebraram os primeiros casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Este dia assinala "um progresso muito significativo para os gays e lésbicas", como afirma Kieran Rose, presidente da associação Glen, que defende os direitos dos homossexuais.
 Em 1993, o país retirou das suas leis a penalização da homossexualidade depois de ter sido forçada a fazê-lo por decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.
Segundo Kieran, "os casais homossexuais esperam há anos que as suas relações sejam reconhecidas e protegidas pelo Estado".

E no nosso Brasil, chamado pelo presidente americano Barack Obama como o pais do presente e nao do futuro, estamos todos pelas ruas clamando pela cassacao do Deputado Federal Jair Bolsonaro, por declaracoes racistas e homofobicas na midia e ainda temos que aguardar o posicionamento do Ministerio Publico quanto ao discurso patetico e preconceituoso de um tal pastor evangelico chamado Silas Malafaia, alem de algum posicionamento quanto as declaracoes racistas do Pastor e Deputado Federal Marco Feliciano no Twitter. Que nossa Nacao possa se espelhar em modelos como a Irlanda para a evolucao na luta pela Inclusao e os Direitos Humanos.
 Por um Brasil Inclusivo e uma Nação mais justa, Davy Rodrigues

CQC Documento: Bolsonaro mais uma vez deprimente



Por um Brasil Inclusivo e uma Nação mais justa,Davy Rodrigues